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Versão brasileira de musical sobre princesa Diana estreia no Rio de Janeiro

  • 4 de fev.
  • 2 min de leitura

Espetáculo explora lado afetuoso de Lady Di e tem a brasiliense Sara Sarres no papel pincipal.


A cantora lírica Sara Sarres era um bebê quando Diana Spencer casou com o príncipe Charles. Enquanto crescia, Sara ouviu muito sobre a vida e as histórias da princesa. O imaginário da família real britânica povoou parte da adolescência da artista, por isso ela mergulha em memórias hoje, quando sobe ao palco para ensaiar o musical Diana - A princesa do povo. "Sou de 1980, acompanhei bastante a vida dela, lógico que num período que não prestava muita atenção, mas lembro de ser algo muito presente nas notícias, nos jornais, nas revistas", conta Sara. "Sem querer, fez parte da minha adolescência, da minha juventude toda a história da vida da Diana."


O espetáculo estreia em 27 de fevereiro no Rio de Janeiro e em 14 de maio em São Paulo, mas ainda não tem previsão de temporada em Brasília. A produção é dirigida por Tadeu Aguiar, que também esteve à frente de A cor púrpura e Quase normal, e os direitos foram comprados do mesmo espetáculo que estreou na Broadway em 2020. Com música de David Bryan, o guitarrista do Bon Jovi, e libreto de Joe DiPietro, Diana conta a vida da princesa mais famosa do século 20 e cobre o período em que conheceu o príncipe Charles até o momento da separação do casal. 


O diretor Tadeu Aguiar assistiu ao musical na Broadway, em Nova York, em 2020, e viu ali potencial para uma montagem com tempero brasileiro. "Achei a peça super interessante, mas avaliei que faltava um coração, faltava pulsar algo, tudo muito tecnicamente perfeito, mas vi a possibilidade de um espetáculo mais amoroso", conta. À frente da Estamos Aqui Produções, na qual é sócio com Eduardo Bakr, ele resolveu então comprar os direitos e reproduzir no Brasil de um jeito diferente. "Compramos o direito de não réplica, porque o bacana é dar a sua cara ao espetáculo. Assim fizemos com todos os musicais, incluindo A cor púrpura", diz. 


Na montagem americana, Aguiar sentiu falta de mais contexto. "A peça tinha até um certo tom de fofoca sobre os personagens, a gente não queria isso. É um personagem tão humano que eu não entraria nessa seara, a gente mostra a perseguição da imprensa, como a imprensa a via até respeitá-la. A gente não mudou nada do texto nem das músicas, que são cantadas em português", avisa. No palco, 24 atores assumem o espetáculo em uma montagem que tem 250 figurinos, mais de 30 kg de pedrarias e 26 cenários. Charles, Diana, a rainha Elizabeth e Camilla Parker Bowles conduzem a ação e são vividos, respectivamente, por Claudio Lins, Sara Sarres, Simone Centurione e Giselle De Prattes.


 
 
 

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